Construção da Fuga

É desse sonho que vêem estas palavras, vêem também do que fica por trás de todas as fotografias, desse ato compulsivo, sóbrio, de tentar captar, não uma realidade visível, uma paisagem, mas como tudo isso fascina, não apenas de um conceito de belo, mas sobretudo de uma razão descodificadora de um fascínio, e da vivência vital de um momento, que se quer fixar, materializar numa dimensão de memória, arquivar numa permanência viva, transmitir.

 

Duarte Belo, a pretexto de “Construção da Fuga”, exposição ocorrida recentemente no CAI-IPT em Tomar, sobre a qual o autor tem desenvolvido um conjunto de escritos de grande interesse para quem se interessa pela fotografia de paisagem. No blog Cidade Infinita.

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