fernando lemos

“Esse surrealismo de figurinha sifilítica herdada do Dalí, essa coisa do erotismo, da masturbação e dos corpos estragados são meio “demodé”. Para mim, a fotografia do Man Ray é música de câmara, quer dizer, é muito laboratório.”  Já pouco se ouvê gente a falar desta maneira desassombrada, nesta época de maneirismos descolorados e respostas “encoñadas”, é um bafo de oxigénio ler esta entrevista do fotógrafo português Fernando Lemos.

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