grow or go

First, new money find many reasons to pour crumbs (the global fine art trade is assessed to a yearly total of 50 bln usd, very small vs the size of investable assets) of their wealth into art and particularly contemporary art.

Third, one cannot speak of artists’ careers anymore but almost of months or years in the sun as galleries have more and more difficulties in investing in the early days of their artists. (…) “non-performing artists” are dropped like old horses with no mercy.


Artigo – longo – escrito por um galerista nova-iorquino, cuja temática é tangencial à fotografia [ou não é?] mas nem por isso menos interessante. Em jeito de conclusão, diz-se à boca pequena entre os “happy few” que o mercado da arte é cada vez mais um indústria de bens de luxo. Como em qualquer outra indústria existe pressão da concorrência para entrar e sobretudo, quando existe uma “vaca leiteira” (termo dos domínios da gestão), a pressão para fazer “mais do mesmo”. Algumas questões importantes: “where is the art left when uniformization and comfort of eye-candy art is the main offer of the art market?; More money for less quality and greed replacing all kind of morality or love of art.”

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