Imagem de vida, por Gérard Castello-Lopes

As elegias vão-se lendo aqui e ali. Sem gosto para as escrever, substituo-as por este belo memento mori (roubado aqui). Relembro a primeira vez que vi esta imagem, de como o tempo suspendeu o oxigénio, do frémito que me fez querer fazer daquelas coisas também. Era tal o entusiasmo, que fui chatear um fotógrafo maduro, que por ali andava manipulando o tripé, sem me aperceber que a mera curiosidade poderia ser incómoda. Já lá vão, sei lá, uns 20 anos, a memória acondicionou, mas não esqueceu. Rever, revive, e o tempo passa, embalado por uma sinuosa doçura.

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