ligações (pouco) perigosas @11.06.2010

  • O que se pretende é a existência do espectador pensativo, diferente do espectador apressado, desinteressado e longínquo. Apesar da tendência para dar valor à rapidez e à velocidade como características que distinguem as sociedades pós-modernas, começa a ser desconcertante (e também necessário) assinalar indícios de inclinações artísticas que tendem para ritmos contrários, favorecendo uma relação mais desacelerada, experiencial e dialéctica com o tempo“. Palavras de Sérgio Mah no catálogo da Photo Espana, retiradas da crónica do Y.
  • «seria oportuno reflectir nesta prática de fotografia como achado
    (encontro), recolha de espaços encontrados, em paralelo com a situação
    de recolha de objectos encontrados (objets trouvés), ocasionalmente
    encontrados, e também com o sentido usual de ideia ou “achado”, que
    tanto pode ser o jogo de palavras como o efeito “conceptual”
    ». Sobre a exposição de Jorge Barbi no CAM, a opinião acutilante de Alexandre Pomar.

A agenda (ali em cima à direita) foi actualizada com mais algumas exposições actualmente exibidas em território nacional. O projecto “Rota da Indústria” da parceria entre a APAF e a Câmara do Barreiro está até 20 de Junho no Auditório Augusto Cabrita.

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