livros. novas formas

You look at our Steidl list and there are a huge number of items that are three volumes, 10 volumes or more, and we can’t sell enough of them to be honest. We always limit the numbers to at least 1200 and they sell out; it doesn’t really matter what price we put on them. That’s great, but then they’re in libraries or in collections, and nobody actually gets to see the bloody things. That’s not what publishing is about, it’s a form of antiquarian book dealing.

O modelo de negócio do livro de fotografia vai ganhando novos rumos. Aparentemente e segundo Michael Mack – fundador da Mack Books – alguma desilusão com o afunilamento da procura e a entrada no mercado de coleccionadores que apenas compram com base em critérios de investimento, leva a que se procurem outras formas de democratizar o livro de fotografia.

A tecnologia acompanha. As tablets estão aí, é relativamente simples gerar conteúdos, embora falte ainda algum tempo até à massificação da distribuição de jornais, revistas e livros através desta plataforma. Reconhece-se a atracção. Num curto espaço de tempo vi gente a filmar e a fotografar com esses aparelhos. A área de visualização é tremenda, a portabilidade, razoável. O early adopter anseia por um objecto desses na mão. A ver fotografias.

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